Brincando de amor.

by - July 17, 2012

Hoje enquanto rolava a barra da timeline do facebook vi um compartilhamento sobre um video com o seguinte titulo: "Perdi meu amor na balada".  Amor é um assunto que muito me interessa, então eu cliquei pra ver. No primeiro video, sem qualidade nenhuma, um cara conta a sua "história" e faz o seu pequeno apelo, a quem ver o vídeo. Acho que toda e qualquer mulher idiota e apaixonada após ver o vídeo fazer dizer: "awn que fofo" e vai ficar com aquele velho sentimento de que ainda existem homens desse tipo nos dias de hoje.

Vejam o primeiro video: 

Incrível como ainda existem pessoas que se preocupam com o próximo, nos comentários desse video tem pessoas dizendo coisas como: "Coloca o video na balada, alguém a conhecerá", "Cara espero que dê certo, já pensou se a menina estava escondida, se tem namorado, sei lá...", "Tomara que você ache ela". Depois que eu fiquei sabendo do final da história, eu finalmente tive certeza de que existem pessoas que realmente banalizaram o que chamamos de AMOR. Brincando com o sentimento dos outros, e principalmente com quem viu, se comoveu e ainda achou que ainda pudesse existir gente assim. O final dessa história você já vai saber, acompanhe.

Segundo vídeo:

Tá, você fica com mais dó ainda por ver que o cara foi atrás da tal Fernanda e tudo isso não passou de perca de tempo. Você até se compara com o cara e se coloca na situação dele de tanta dó que você fica. Enfim, eu como sou babaca me senti assim. Até ver finalmente a última parte do video que na realidade faz um grande resumo de sua história á procura de Fernanda. E sinceramente, pasmei.

Terceiro e último video:

Sim, isso tudo não passou de uma grande palhaçada com todos aqueles que ainda acreditam que o amor e pessoas apaixonadas ainda possam existir. Fica aqui meus parabéns a NOKIA que soube direitinho como enganar as pessoas com uma história falsa dessas. Infelizmente não existem mais pessoas que acreditam em paixão repentina, e muito menos em pessoas que possam fazer uma coisa dessas e ser real. Mais vale a pena mostrar o quanto as pessoas e marcas podem usar o nosso ponto fraco pra nos atingir diretamente.

Uma palavra pra tudo isso: triste.
Beijo.

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