Dez de dezembro de dois mil e dez.

by - December 11, 2010


Ontem desde a hora em que acordei a unica coisa que eu conseguia pensar era em como seria o final do meu dia. Toda hora eu olhava no relógio do computador e parece que um minuto era dez. Um calor dos infernos, cheio de trabalho e eu aqui, sentada usando o computador apenas pra merda nenhuma e pra melhorar ainda tinha uma dor de cabeça que insistia em não passar. Então, resolvi economizar no almoço porque afinal 30% do meu salário é gasto com isso, comida, bebida, nunca tem fim. Foi uma merda, almocei dois hotdog's  em 15 minutos com uma lata de coca-cola, e voltei pra loja. Ótimo, tudo continuava a mesma merda. Queria ter aproveitado mais da noite ontem, queria ter dado mais risada, bebido mais, mas não deu tempo, aahh maldito  tempo! A merda do dia demorou séculos pra passar, e tudo o que eu queria é que a noite durasse um pouco mais. È sempre assim, eu sempre acho que posso ser duas, estar em dois lugares ao mesmo tempo, fazer duas coisas ao mesmo tempo... mas não, no fim de tudo eu reconheço que nada acontece do jeito que eu imaginei e desejei, e pior: continuo sendo uma pessoa só. Meu olhos tentaram dizer que eu iria sentir saudade, e que eu não queria ir embora. Eu queria ficar, ali, por pelo menos a noite toda. As coisas vão mudar daqui pra frente, tudo muda, o tempo todo, mesmo que a gente não queira. 


... 
E tudo o que me resta agora é 
um lápis, 
um chiclete, 
um sonho de valsa 
e um macaco.

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